A menina dança

•Fevereiro 20, 2009 • 1 Comentário

menina_danca1

É a cor que salta aos olhos,
como salta solta a dançarina.
A batucada que estremece no peito,
cada um dança de um jeito.

Ritmo que contagia nessa explosão de alegria

O calor daquele povo de luz,
ilumina e aquece a noite fria.
O som que nem tem forma te conduz,
e és tomado de euforia.

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Post de carnaval.
Essa é a primeira página do meu zine (em construção).

MUTO by Blu

•Fevereiro 19, 2009 • Deixe um comentário

Um dos vídeos mais brilhantes que eu já vi. Incrível!

Mais em: http://www.blublu.org/

In my life

•Fevereiro 11, 2009 • 1 Comentário

There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever, not for better,
Some have gone and some remain.

All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall.
Some are dead and some are living.
In my life I’ve loved them all.

But of all these friends and lovers,
There is no one compares with you,
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new.

Though I know I’ll never lose affection
For people and things that went before,
I know I’ll often stop and think about them,
In my life I’ll love you more.

Though I know I’ll never lose affection
For people and things that went before,
I know I’ll often stop and think about them,
In my life I’ll love you more.
In my life I’ll love you more.

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Gosto quando uma outra versão de uma mesma música fica bacana assim.
É a magia do ousar e reinventar no dia-a-dia.

zero

•Fevereiro 9, 2009 • 2 Comentários

Sempre achei (e ainda acho) que a base para a solução de muita coisa neste mundo louco seria a educação.
É isso que forma o caráter, o senso, o empenho, qualificação e preparo para enfrentar da melhor forma o mundo lá fora.
Sei que aqui no Brasil estamos longe de poder nos tranquilizar quanto à abrangência  e qualidade do ensino, e por isso a notícia que li hoje me preocupou ainda mais. Se a abrangência já nem é o suficiente ainda, pior quando o pouco que se tem é defasado desta maneira. Preste atenção nos números:

De acordo com o site da Folha de São Paulo, a Secretaria Estadual da Educação de São Paulo aplicou uma prova para 241 mil professores.
3 mil tiraram ZERO. ZE-RO. Sabe o que é isso? Não acertaram sequer uma única resposta da matéria que ensinam!
Apenas 111 (cento e onze) dos 241 MIL professores tiraram nota dez. Parabéns para estes!

Impressionante… os números ocuparam minha cabeça e fiquei sem palavras.
Me deu medo só de pensar no futuro de um país desse jeito.
Senti um vazio enorme ecoando no peito… vazio assim… como o número zero.

Para quem quiser ler a notícia:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/colunas/gd090209a.htm

Bate e busca

•Fevereiro 5, 2009 • 3 Comentários

No dia-a-dia
correria
fogem as palavras para definir o caos
foge a inspiração

fico sem ação
paro e ouço com atenção
o que diz a alma
o que me pede calma

busco motivação nessa gente inteligente
procuro entender o que afinal o coração sente

apertado, acuado,
guarda tanto segredo que nem mesmo se entende
então se rende…

e torna a bater,
ora descompassado, ora no tom.

pudor ou valor?

•Fevereiro 4, 2009 • 1 Comentário

Hoje de manhã li uma reportagem que anunciava: casal de alemães (65 e 67 anos) foi indiciado por atentado ao pudor.
Tudo porque eles precisavam trocar de roupa antes de entrar no avião e o fizeram no meio do aeroporto.
O senhor disse que não achou que isso seria visto como algo errado porque as pessoas faziam isso a todo momento na praia.

Fiquei pensando naquilo durante todo o percurso para o trabalho.
Claro que não é comum ver pessoas se trocando no meio da rua, mas de verdade, será que o tal casal está errado ou nosso comportamento de ser humano é que é bem esquisito?

Afinal, o que difere alguém de se despir (e neste caso, nem foi totalmente!) em um espaço fechado ou aberto? O contexto?
Na praia qualquer um chega e já tira camiseta, saia, bermuda o que for. Ficam todos semi-nus com roupas de banho, na frente de todos os outros desconhecidos.
Se uma mulher estivesse na rua com uma microssaia e algum fulano gritasse um sonoro “gostosa”, ela se sentiria ofendida; mas quando vai para a praia ela usa muito menos do que uma microssaia e até espera que notem que todo aquele esforço de academia-pré-verão surtiu algum efeito.
O tal casal pode ser repreendido porque fez isso à sombra e não debaixo de um sol? Porque o piso era frio e não de areia? Porque ao invés de mostrar uma sunga de lycra ou algum outro tecido-tipo-banho-de-mar, ele mostrou uma cueca de algodão? A diferença está num mero tipo de tecido?

Em tempo, enquanto tem gente que vai à praia de nudismo por puro prazer, revistas pagam fortunas incontáveis para que outras pessoas tirem a roupa para eles. Vendem essa mercadoria aos outros, que pagam pela revista um valor que não corresponde nem sequer a 1/1000 do cachê pago à beldade da vez. Será que é tão valioso assim mesmo?

Não estou defendendo a atitude de ninguém aqui, apenas refletindo sobre o comportamento humano… estranho não?

smells like home

•Fevereiro 2, 2009 • Deixe um comentário

“dear karen,

if you’re reading this, it means i actually worked up the courage to mail it. so, good for me. you don’t know me very well but you get me started, i have a tendency to go on and on about how hard the writing is for me. but this… this is the hardest thing i’ve ever had to write. there’s no easy way to say this, so i’ll just say it.

i met someone.

it was an accident. i wasn’t looking for it. it wasn’t on the make. it was a perfect storm. she said one thing. i said another. next thing i knew, i wanted to spend the rest of my life in the middle of that conversation. now there’s this feeling in my gut. she might be the one. she’s completely nuts… in a way that makes me smile — highly neurotic. a great deal of maintenance required.

she is you, karen.

that’s the good news. the bad is that i don’t know how to be with you right now. and it scares the shit out of me. because if i’m not with you right now, i have this feeling we’ll get lost out there. it’s a big, bad world full of twists and turns, and people have a way of blinking and missing the moment… the moment that could’ve changed everything.

i don’t know what’s going on with us, and i can’t tell you why you should waste a leap of faith on the likes of me… but, damn, you smell good — like home. and you make excellent coffee. that’s got to count for something, right?

call me.

unfaithfully yours,
hank moody.”

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post inspirador no blog do sushis, que eu tive que postar também…

Receitas para um dia feliz – parte 02

•Janeiro 30, 2009 • 1 Comentário

Tem coisa mais emocionante do que ouvir uma multidão cantando junto uma música que você gosta?

Os músicos ficam lá… muitas vezes de olhos fechados sentindo a força e vibração daquelas vozes todas…

Eu faço o mesmo… e vez ou outra a emoção é tamanhã que nem cabe em mim… cai em forma de lágrima e contorna o sorriso no rosto.

welcome to the white house

•Janeiro 29, 2009 • 1 Comentário

Não sou muito fã dos americanos, mas hoje li uma notícia que achei no mínimo muito interessante:

É possível acompanhar o que acontece na Casa Branca através do site e blog atualizado constantemente. Quem quise conferir:
http://www.whitehouse.gov/blog/

Achei bacana inserir essa visão de um meio de comunicação tão utilizado hoje em dia (principalmete pelo público jovem) no meio de algo que normalmente é tão cansativo como a política. A proposta (vamos ver se funciona mesmo) é que além de atualizar com notícias sobre o  governo, todas as novas leis sejam publicadas no site por cinco dias, deixando que os usuários comentem antes de o Presidente sancioná-las. É uma boa saída para um canal de aproximação e opinião com o povo, sem se arriscar a levar uma sapatada ou ovada na cabeça.

Achei essa abertura ao novo curiosa, e nessas horas lamento por não termos esse patriotismo tão forte aqui no Brasil.

Pode até ser que toda a comoção do povo e esse espírito de mudança e renovação sejam exagerados e venham a se decepcionar um dia, mas sem dúvida já é melhor do que o conformismo e a falta de atitude de outros povos.

escrevi e não mostrei

•Janeiro 28, 2009 • 2 Comentários

Quase sempre quando uso algum banheiro público – e sujo diga-se de passagem – acabo inevitavelmente lendo as portas dos banheiros, cheias de recados.

Sempre tem um “Fábio, eu te amo”, ou um “Carol 2007″ bem grande, ou um “Jana Presenssa” e logo em seguida, rabiscando aquilo tem um “é com ç sua anta!” e em cima disso tudo um grande “VACA” escrito com letras garrafais.
E para finalizar, envolvendo tudo aquilo tem sempre um coração bem grande, já de outra cor.

Fico pensando se no banheiro masculino tem dessas coisas. Provavelmente sim, com alguns palavrões a mais e algo sobre times de futebol ao invés de declarações de amor (que afinal, estão lá pra que? O tal “Fábio” vai entrar e usar o banheiro feminino por acaso? Se for…. talvez seja melhor a menininha arranjar um outro amor).

Coisas do ser humano…